Jean Junior
Os outros podem mandar em nós?
Antigamente os professores mandavam nos alunos
na época do modelo higienista que era aplicado nas escolas. Ele ocorreu entre
1850 a 1930, influenciado pela medicina e pela eugenia. Como o principal foco
era a assepsia social e a limpeza corporal, aqueles que eram mais fracos e
doentes não participavam das aulas, que eram somente práticas. Como exemplo de
como eles “mandavam” nos alunos, os uniformes eram brancos para mostrar a
limpeza dos alunos, pelo fato de quem era “sujo”, não participavam das aulas.
Os principais valores, atitudes e normas eram a obediência, o respeito às
autoridades e a submissão, ou seja, o tempo inteiro mandando em quem não era
desse meio. Nos dias de hoje muita gente querem mandar na gente como o
patrão, a sociedade e o marido como estamos falando de violência contra a
mulher, hoje em dia ainda acontece, do marido querer mandar na mulher, e se ela
não obedecer a ele agride ela, e muitas vezes com medo a mulher não denúncia.
Como foi debatido no café com prosa, as mulheres
devem sim denunciar e procurar ajuda, pois ninguém deve mandar e agredir ninguém.
Minha
pergunta
Na página 6 o autor fala sobre a
ética e a moral, ele fala que a ética seria um “conjunto de valores e de
concepções de bem viver partilhados por uma coletividade”, e neste caso, uma
coletividade tem em sua comunidade várias éticas convivendo. E acaba que um
grupo não aceita a ética do outro e gera conflito. Como aconteceu em Vitoria na
escola que o pastor pediu para tirar a boneca Abayomi, de origem africana,
considerada por ele como macumba. Perante a lei, a professora está certa, e o
pastor também, como devemos mediar essa situação para não ocorrer conflitos?
As palestrantes responderam dizendo
que o pastor estava errado pela sua atitude, que a lei permitia relembrar a
cultura afrodescendente. E que devemos mediar esses conflitos da melhor forma,
a melhor opção e evitar conflitos e saber mediar, com um bom diálogo, para não
prejudicar nenhuma das partes. Nesse caso a melhor forma é usar o bom senso.
O debate do café com prosa
foi muito interessante e produtivo, vimos que vitória a nossa capital e a
primeira em agressões contra as mulheres. E muitas mulheres sofrem e não
denunciam.
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