DEVEMOS CONFIAR NOS NOSSOS INSTINTOS?
Nós somos formados desde da cultura até o convívio em sociedade, assim criando nossas habilidade e dificuldades ao decorrer da vida, afim de transformar o nosso ser a cada etapa da vida.
"O instinto também pode estar relacionado ao fato de pressentir, perceber algo, ter uma intuição", ou seja, é algo intocável, porém o instinto humano é mais complexo. Logo a confiança em suas escolhas e partir do racional para o instinto o indivíduo deve entender todo o contexto em que está inserido.
A educação libertadora poderia ser um pontapé para ajudar na confiança do sujeito, pois nela o ensino é baseado no diálogo, na liberdade e no exercício de busca do conhecimento. Dependendo da situação que está enfrentando o instinto é uma válvula de escape, como uma espécie de fuga. Esta pergunta pode relaciona-lá com alunos mais velhos, em que estão "prontos" para enfrentar o mundo. Paulo Freire em seu papel de educador defendia que era possível acordar a consciência do aluno para exercer algum papel na sociedade.
Portanto o instinto é algo a ser considerado, mesmo que se torne difícil determinar se um padrão de comportamento do mesmo, cabe o sujeito saber através de seus conhecimentos a melhor escolha para a situação dada.
Lalesca e Samela
Concordo com o texto dos coleguinhas. “Nós somos formados desde da cultura até o convívio em sociedade, assim criando nossas habilidade e dificuldades ao decorrer da vida, afim de transformar o nosso ser a cada etapa da vida”. Assim criando um tipo de sentimento ou opinião que pode ser transforado em instinto. Mas ao meu ver, nem sempre podemos confiar em nosso instintos devido algumas razões logicas mostrarem que eles(instintos) estão errados, instinto é algo seu e cada uma vai ter o seu instinto diferente de outra pessoa.
ResponderExcluir“A educação libertadora poderia ser um pontapé para ajudar na confiança do sujeito, pois nela o ensino é baseado no diálogo, na liberdade e no exercício de busca do conhecimento”. Colocando esse parágrafo em debate, concordo com as coleguinhas, mas ou mesmo tempo discordo. Por que ela “pode ser” o ponta pé, mas também pode atrapalhar, mudando opiniões e assim sucessivamente trocando seus instintos. Acho que o instinto é uma coisa surreal, algo que vai ser trazido no momento, e nesse casso o Método Paulo Freire pode ajudar, pois vai mostra na base do diálogo e na busca do conhecimento que você pode ou não confiar nesse instinto.
Antonio Carlos Rodrigues Filho