café com prosa- milena
Café com prosa.
No dia 10 de junho tivemos a oportunidade de conversarmos
sobre assuntos importantíssimos da atualidade, principalmente em nossa área de
atuação. Mesmo tendo um importante aspecto histórico e cultural os assuntos
abordados aparecem muito mais nos dias de hoje, em minha opinião pela influência
do poder de mídia que está presente entre nós.
O debate foi baseado em um texto que foi previamente estudado
pela turma. Dentre os importantes assuntos, surgiram questionamentos sobre violência,
preconceito, bullying e outros. Foi levado em consideração também a
apresentação de como devemos agir em nossa atuação profissional quando em meio
a situações que incluam esse tipo de abordagem.
Com a participação da turma, pudemos estabelecer conceitos
que antes talvez não eram tão claros e específicos para nós. Assim sendo
oportunizado a nós, acadêmicos, uma formação diferenciada, que se aproxima da
realidade que podemos encontrar em nossa vida profissional.
Em meio a nossos debates surgiram assuntos dos quais
precisam de atenção e necessitam ser cada vez mais discutidos em todos os meios
possíveis. Assuntos que rodeiam a nossa sociedade e de certa forma tentam
molda-la dentro de um sistema que facilita cada vez mais a manipulação
principalmente dos jovens, para que não tenham opinião e dessa forma sejam “obedientes”
ás ordens que muitas vezes lhes privam de direitos básicos. Incluindo nesse
momento, foi discutido sobre a “desobediência civil”, o que, em minha opinião,
deveria ser algo muito mais presente em nosso meio que é composto basicamente
por jovens. O conceito de desobediência civil é bem abrangente e nos mostra que
esse termo tem um grande significado, o mesmo significa que não devemos nos
calar e ficar de acordo com tantas coisas erradas acontecendo, fatos que muitas
vezes tiram o direito de grupos e/ou pessoas que são minoria na sociedade, nos
mostra que devemos lutar pelo que acreditamos e tentar mudar a sociedade em que
vivemos sempre em prol da beneficência humana.
MILENA CRISTINA ROEPKE SARTER
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