Os outros podem mandar em nós?


Essa pergunta nos diz muita coisa de acordo com o assunto abordado na apresentação do grupo dessa semana, afinal, uma grande parte do que eles disseram é basicamente em como os professores mandavam em nós na época do modelo higienista que era aplicado nos escolas. Ele ocorreu entre 1850 a 1930, influenciado pela medicina e pela eugenia. Como o principal foco era a assepsia social e a limpeza corporal, aqueles que eram mais fracos e doentes não participavam das aulas, que eram somente práticas. Como exemplo de como eles “mandavam” nos alunos, os uniformes eram brancos para mostrar a limpeza dos alunos, pelo fato de quem era “sujo”, não participavam das aulas. Os principais valores, atitudes e normas eram a obediência, o respeito às autoridades e a submissão, ou seja, o tempo inteiro mandando em quem não era desse meio.
No nosso dia a dia, dependemos de alguns fatores para sobrevivermos, um desses fatores é trabalhar, se você não for seu próprio patrão, acaba por vender o direito de mandarem em você, por depender do salário para sobreviver. O livre arbítrio sempre é para todos mas, infelizmente, a sociedade chegou em um ponto em que antes de falar ou fazer algo, precisa-se  pensar nas consequências por isso, muitas vezes, pessoas se submetem a aceitar que sejam mandados por alguém.
Em todos os grupos sociais, precisa-se de um líder para orientar e conduzir os integrantes deste grupo, porém o que não deve acontecer é este líder mandar e impor suas decisões, muitas vezes o responsável por carregar o título de líder esquece-se de que é um mentor e orientador e passa a acreditar que pode mandar em seu grupo.

Mariane e Rodrigo

Comentários

  1. Concordo, porém como tido no seminário eles defendiam o que acreditavam, tanto que através do tempo podemos ver como uma teoria vai se desestruturando uma após a outra, sendo da teoria tradicional até a teoria do escolanovismo e assim por diante, ou seja, imposto estas teorias para os subordinados,os alunos deveriam seguir aquilo que seus superiores qualificavam como adequado para aquela época. Mas também podemos ter a visão de que estas teorias aplicadas e pelos relatos de inspetores, graças a eles temos uma noção de como foram dentro de uma sala de aula.
    SAMELA RIBEIRO

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