A aparência influencia a maneira de ser?
Como vimos na apresentação de nossos colegas, sobre o tema Higienismo, as escolas do século XIX adotavam o método Higienista de estudo pois consideram que um corpo limpo seria melhor para a sociedade. Esse método promovia uma assepsia social, que se preocupava muito com deixar seus alunos com corpos saudáveis, fortes e limpos, pois assim seriam pessoas melhores e mais inteligentes, formando a sociedade perfeita. Mas como sabemos e vivenciamos as escolas na atualidade, notamos que as pessoas não precisam ter o corpo saudável ou um corpo perfeito para ser uma pessoa que faça jus a sociedade. O que a pessoa é, sua inteligência, seu caráter, sua vida, independe de sua estrutura física. O que cada um se torna, não é apenas pela sua aparência, vai além de um olhar dos que estão de fora, pois cada um sabe o que aconteceu em sua trajetória para se tornar o que bem deseja ser, mesmo sendo baixinho e querendo muito ser um jogador de basquete por exemplo. Não podemos ser influenciados pelas coisas que as pessoas acham de nós. Cada um tem sua maneira de ser e ser feliz como é.
Drielly Muller, Piero Soares.
Acredito que assim como os colegas citaram acima, não deveríamos dizer algo do outro por sua aparência. Uma pessoa bonita não é inteligente só por ser bonita, assim como uma pessoa feia com menor porte de conhecimento é menos inteligente somente ´por ser feio. Esse pensamento é antiquado. Se olharmos a nossa volta, temos a seleção paralímpica brasileira de natação, por exemplo, que nada extremamente bem e com gestos técnicos impecáveis apesar de suas deficiências, enquanto muitas pessoas ditas "normais", ou seja, sem deficiência, não sabem nem a movimentação correta do braço. Muitas crianças com Down, por exemplo, são capazes de fazer coisas extraordinárias que muitas crianças "normais" não conseguem. Uma pessoa acima do peso tem a mesma capacidade de adquirir conhecimento como qualquer outra. A sua aparência física não vai mudar quem você é, o que pode te mudar é a sua resposta aos estímulos do mundo.
ResponderExcluirDebora Klabunde
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