POR QUE É QUE A RELIGIÃO CONDUZ A GUERRA?
Falarmos de religião é algo significamente complicado. Ao longo dos séculos, diferentes civilizações acreditavam em diversos deuses, espíritos, divindades, estatuetas, entre várias outras formas de expressar sua fé e era dessa crença que todo o seu modo de vida se conduzia. Parece algo meio louco para alguns, para outros algo extremamente normal ao seu próprio modo de vida, mais de fato essas crenças estão presentes até hoje e elas são para muitos, a coisa mais superior de suas vidas, os levando a protege-la a qualquer custo. As crenças são as mais diversas possíveis no mundo de hoje e, em um mundo onde cada qual quer proteger a sua própria fé como algo supremo, logo discussões acerca de qual fé é melhor que qual podem surgir.
Os filósofos acreditam que somos movidos pela necessidade de descobrir quem somos e de onde viemos, e é nessa parte que a busca por uma fé que possa dar possibilidades de respostas surge em nossas vidas. A busca pela “verdade concreta” pode levar um ser humano, conduzido pelo seu próprio ego, a tomar medidas extremas para garantir que ele seja o “dono da verdade”. A violência é um caminho optado por muitas pessoas para proteger as suas verdades, e dessa forma, guerras surgem com muita facilidade. Os conflitos surgem em um nível muitas vezes tão elevado que acabam saindo do controle das pessoas que o começaram. Mas fica a pergunta a todos nós, humanos, com crenças ou ateus, essa guerra provocada para proteger a própria verdade e o seu ego vai mostrar quem realmente estava certo? Será que existe uma verdade concreta afinal? São perguntas que são esquecidas no meio destes conflitos e não correspondidas nessa falta de alteridade, e que para serem respondidas precisa de um pouco mais de dúvida das coisas, assim como as nossas crianças tem de uma história sem mistério.
DÉBORA KLABUNDE
Falarmos de religião é algo significamente complicado. Ao longo dos séculos, diferentes civilizações acreditavam em diversos deuses, espíritos, divindades, estatuetas, entre várias outras formas de expressar sua fé e era dessa crença que todo o seu modo de vida se conduzia. Parece algo meio louco para alguns, para outros algo extremamente normal ao seu próprio modo de vida, mais de fato essas crenças estão presentes até hoje e elas são para muitos, a coisa mais superior de suas vidas, os levando a protege-la a qualquer custo. As crenças são as mais diversas possíveis no mundo de hoje e, em um mundo onde cada qual quer proteger a sua própria fé como algo supremo, logo discussões acerca de qual fé é melhor que qual podem surgir.
Os filósofos acreditam que somos movidos pela necessidade de descobrir quem somos e de onde viemos, e é nessa parte que a busca por uma fé que possa dar possibilidades de respostas surge em nossas vidas. A busca pela “verdade concreta” pode levar um ser humano, conduzido pelo seu próprio ego, a tomar medidas extremas para garantir que ele seja o “dono da verdade”. A violência é um caminho optado por muitas pessoas para proteger as suas verdades, e dessa forma, guerras surgem com muita facilidade. Os conflitos surgem em um nível muitas vezes tão elevado que acabam saindo do controle das pessoas que o começaram. Mas fica a pergunta a todos nós, humanos, com crenças ou ateus, essa guerra provocada para proteger a própria verdade e o seu ego vai mostrar quem realmente estava certo? Será que existe uma verdade concreta afinal? São perguntas que são esquecidas no meio destes conflitos e não correspondidas nessa falta de alteridade, e que para serem respondidas precisa de um pouco mais de dúvida das coisas, assim como as nossas crianças tem de uma história sem mistério.
DÉBORA KLABUNDE
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